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fire and earth

Livros, séries, filmes e muito mais ♥

29
Dez24

Retrospetiva | 2024

Vera

2024 não foi um ano muito fácil. Sinto que repito isto quase todos os anos, infelizmente, mas talvez seja eu que precise de trabalhar nas minhas expectativas (não apenas numa grande escala, mas até em coisas teoricamente mais "pequenas" - os resultados que daí vieram podiam ter sido, também eles, diferentes). Talvez não tenha sido um ano em que tenha cumprido qualquer das coisas que idealizava, talvez até algumas tenham acontecido num caminho completamente ao lado - em jeito de "não era bem isto, mas por agora servirá". E uma vez mais, acabou comigo desamparada, tal como no ano passado - mas desta vez, não foi uma escolha minha. Irei iniciar 2025 da mesma forma que iniciei este ano, mas espero que munida de ferramentas que me ajudarão a lidar com o vazio e a incerteza.

 

Como todos os anos, no entanto, há coisas boas a recordar e por isso eu trago as minhas (sem qualquer ordem).

 

1. Fui à The Eras Tour

Eras Tour.jpg

Uma das melhores coisas que me aconteceram foi ter conhecido, há 2 anos, uma colega de trabalho swiftie. O trabalho dela não foi rápido, mas os resultados chegaram e este ano eu tive a imensa sorte de presenciar um dos concertos em Lisboa e ter esta experiência gravada em mim para todo o sempre. O concerto da Taylor viveu rent-free na minha cabeça por bem mais de um mês depois e, por mim, eu voltava lá e vivia aquilo em loop. Foi incrível. Obrigada, Taylor.

 

2. Vi os Capitão Fausto... duas vezes

WhatsApp Image 2024-12-24 at 15.00.58.jpeg

Não... não consegui mesmo uma foto melhor, desculpem

Pessoas de Lisboa ficarão "hã?" com este feito, mas eu sou do interior centro, amigos, aqui não há concertos a dar com pau. Tendo em conta que são uma das minhas bandas favoritas, estou mais que grata por ter podido vê-los apresentar o novo álbum duas vezes (ambas na primeira e segunda fila, respetivamente).

 

3. Novos hobbies

Hobbies.jpg

Alguns não duraram (embora queira voltar a eles), como aprender a fazer crochet; outros, ainda acontecem, como pintar (obrigada, coloringtok). Mas uma coisa é certa: gosto sempre de descobrir coisas novas que me dão prazer fazer. E se há coisa que mais me destrói a alma é sentir que por vezes a vida não nos dá tempo suficiente para dedicar a estas atividades.

 

4. Viagens e experiências

Buddha Eden.jpg

Este ano não houve, primeiro, disponibilidade financeira para muitas viagens e, depois, tempo para elas - mas já tenho uma marcada bem para o início de 2025 (aguardem a publicação!). Ainda assim, estou agradecida pelas que fiz: visitei pela primeira vez o Buddha Eden, em Leiria, que é um lugar absolutamente incrível; passei um fim-de-semana em Lisboa, que foi do mais mundano possível, mas agradeci a sensação; e, por fim, pude ver, uma vez mais, a Rita da Nova na Feira do Livro de Lisboa.

Lisboa, tributo Queen.jpg

Ainda no assunto experiências, mas não relacionado com viagens, tive o prazer de assistir a dois "pequenos" concertos na terrinha - continuo a querer aproveitar o máximo de música ao vivo que conseguir. Uma banda de tributo aos Queen e o António Zambujo fizeram os meus dias.

 

5. Um aniversário bem celebrado

Apenas há uns anos, quando decidi celebrar o meu aniversário com família e amigos, me apercebi que, afinal, gosto sim de fazer anos. Não gosto de envelhecer, mas gosto de fazer anos e gosto de passar o dia com as minhas pessoas - se tal me fizer sentido. E este ano fez-me sentido, pelo que, depois de um almoço com o meu namorado antes de ele ir trabalhar, passei o resto do dia na piscina e em casa de uns amigos a jogar Switch e a comer pizza. E foi dos melhores dias que já vivi.

 

6. Continuar a descobrir-me (e sentir-me mais bonita)

Esta poderá ser estranha. Nem sequer digo isto no sentido de ter mais autoconfiança, mas este ano tem-me permitido descobrir coisas novas - ou devo dizer, arriscar coisas novas? Acho que é mais esta última. Seja por força maior (como ser obrigada a usar maquilhagem no trabalho e perceber que adoro usar blush), por mera observação e convívio (e perceber que se calhar também gosto daquilo - como coletes de malha, chunky cardigans, ou a minha nova obsessão (pouco realizada, não se pr€ocup€m) com perfumes de marca), ou vindo completamente do nada (como surgir uma vontade repentina de usar toda uma roupa com brilhantes no fim de ano... eu, que gosto de ser discreta).

Sempre fui uma pessoa simples, gosto do que é casual e discreto. Ainda sou, mas descobri que às vezes também é giro sair da caixa. Acima de tudo, sair da zona de conforto, experimentar coisas novas, perceber que ainda há tanto no mundo por descobrir - e é tão bom que esse tanto venha com o bónus de me fazer sentir bem.

 

7. Regressar à terapia

Por último, mas não menos importante, um dos passos mais significativos que dei este ano - que, ao seu ritmo lento, e da sua forma pequenina, tem dado os seus frutos. É um processo demorado, mas já dizia o outro: the only way out is through. O meu único arrependimento foi não ter começado mais cedo (talvez este ano tivesse sido um pouquinho mais fácil se assim fosse).

 

Não sei o que 2025 me reserva. Não tenho muitos objetivos, mas gostava de encontrar um emprego na minha área e gostava que fosse este o ano de finalmente sair de casa. Não consigo controlar muito qualquer uma delas, o que é uma excelente receita para o desastre.

 

Não termino 2024 e não inicio 2025 de forma esperançosa. Estou um pouco cansada. Apenas desejo que traga algo melhor... melhor que isto.

 

Um bom ano para todos vocês.

27
Dez24

Livros | Lidos em 2024 & top 3

Vera

Este ano tive uma longa reading slump (aliás, em que ano é que eu não tenho?), da qual consegui recuperar para, mais tarde, voltar a cair numa mais pequena na qual ainda me encontro (mas estou a tentar sair, só que o cansaço já é demasiado, até para ler). Ainda assim, estou satisfeita com o número de livros que li, até porque, pela primeira vez, em 2024 não defini quaisquer objetivos de leituras em termos de quantidade de livros lidos - provavelmente porque percebi também que, todos os anos, nunca os cumpro. E eu até sou generosa comigo mesma - coloco apenas 12, um por cada mês. Mas eu, embora goste muito de ler, não sou essa pessoa. Já aceitei.

 

Livros Top 3 2024.png

 

Por isso, vou aceitar a vitória de 8 livros lidos este ano. Foi ótimo para o ano que tive, francamente (especialmente esta segunda metade). Que livros li este ano?

 

E destes, qual é o meu top 3? De forma breve e sem qualquer ordem específica, não fica difícil escolher. Vamos lá:

1. The Seven Husbands of Evelyn Hugo - Ok, é verdade que eu disse que não existe uma ordem específica, mas acho que este pertence efetivamente ao primeiro lugar. A Evelyn Hugo é das personagens mais fascinantes que tive o prazer de conhecer e eu adorei este livro. Ainda não cumpri o desejo de ler mais de Taylor Jenkins Reid, mas tentarei que aconteça em 2025.

2. Gente Ansiosa - Talvez este livro figure nesta pequena lista apenas para não vir referir somente dois livros... É capaz que assim seja, mas reparem: eu li 8, qualquer um deles poderia vir encher chouriços aqui e eu escolhi este. É porque é de facto melhor que os outros, não é? (Desculpem. A falar assim, até parece que nem gostei.)

3. Incidents Around the House - Uma surpresa para mim, que nunca tinha lido terror. Apesar do final algo confuso e anticlimático, eu adorei a experiência que esta leitura me deu. E, uma vez mais, espero cumprir o desejo de ler mais (do género e do autor) em 2025.

22
Dez24

Filmes | Vistos em 2024 & top 5

Vera

Filmes Top 5 2024.png

 

Graças à minha missão, no início do ano, de ver muitas das obras nomeadas para os Óscares, consegui arrecadar uma boa quantidade de filmes vistos este ano. Vamos recapitular? Aqui estão eles:

 

Queria repetir o disclaimer de que esta lista não tem uma ordem específica, e que, sim, estas publicações estão muito mais breves e rápidas este ano, dado que estou com menos tempo para dedicar ao blog. Sem demoras, aqui fica o meu top 5 dos filmes vistos até ao momento (sim, porque entretanto ainda vou ver mais antes de o ano terminar; pelo menos o Wicked):

1. Poor Things - O fenómeno passou, mas a obra ficou. Um filme incrível.

2. Killers of the Flower Moon - Apesar de ser longo e, no meu caso, ter levado várias sessões para terminar, achei um dos melhores filmes pela sua simplicidade e, obviamente, pelo tema e história tão importantes.

3. Spider-Man: Into the Spider-Verse & Across the Spider-Verse - Sei que faço alguma batota ao incluir aqui dois filmes, mas não há muito mais que os distinga a não ser o enredo; de resto, continuam a ser dos melhores filmes de animação que tive o prazer de ver. Trabalho artístico de outro mundo.

4. The Wild Robot - Outro filme de animação incrível, onde não só a arte é bonita mas também a história.

5. The Substance - Para fechar, embora eu continue a querer apenas esquecer este filme, não posso negar o impacto que teve. Ver esta longa metragem foi sem dúvida uma experiência marcante, sobretudo enquanto mulher.

 

Por último, queria fazer uma menção honrosa ao Dune 2 que será certamente um dos candidatos mais fortes aos Óscares no próximo ano.

 

Entretanto, um feliz Natal!

14
Dez24

Livros | Fahrenheit 451, Ray Bradbury

Vera

Em Fahrenheit 451, acompanhamos Guy Montag, um bombeiro - não dos que apaga fogos, mas do que os causa, queimando livros e as casas em que estão escondidos. Montag vive com a sua esposa Mildred, que passa o dia agarrada à televisão, e não questiona nada do mundo em que vive - até que conhece a sua vizinha Clarisse. Depois disso, Montag percebe que talvez haja mais nos livros que queima.

 

Livro Fahrenheit 451

 

«Ontem à noite pensei em todo o querosene que usei nos últimos dez anos. E pensei em livros. E apercebi-me de que por detrás de cada um desses livros está um homem. Um homem que teve de pensar neles. Um homem que teve de fixá-los em papel durante muito tempo. E nunca antes me tinha ocorrido isso. Um homem levou uma vida inteira a anotar os seus pensamentos, a observar o mundo e a vida, e depois chego eu e em dois minutos, zás!, tudo acabado.»

 

Vocês sabem que adoro distopias políticas, e este era um clássico que estava a faltar nas minhas leituras. Mas tenho de ser sincera - não detestei, mas não adorei. Inclusive, este é um daqueles livros que me fez sentir que talvez eu não tenha a perspicácia suficiente para entender.

 

Para começar, sinto que muitos elementos deste mundo podiam ter sido melhor explicados. Não sei se é o meu lado "geração TikTok" a falar, que precisa de ter a papinha toda feita. Se calhar é. Mas sinto genuinamente que o livro teria uma vibe bem mais distópica se essas explicações existissem. Por exemplo (spoiler alert), o que raio é "a Família" de que Mildred tanto fala, que mundo é que tornou possível um ser humano sentir-se tão próximo de meras personagens de uma novela - e porque é que num momento a conhecemos como alguém que teve uma overdose para, em toda a extensão do livro, não haver um único momento em que reconheçamos alguma emoção nela, alguma angústia que a pudesse ter levado a fazer isso? E onde está o governo deste livro? Onde está a "tirania" além da parte de queimar livros (e os seus leitores)? De que guerra falam?

 

Este livro deixou-me só muito confusa, tanto pelas questões acima, como por personagens como Beatty, por exemplo - o capitão dos bombeiros, o "manda-chuva" do departamento que queima livros e que... passa a vida a citar passagens de livros, como bom conhecedor de literatura. Tive de ir pesquisar análises desta personagem, e tudo bem, fiquei mais esclarecida - não que existam conclusões certas, mas algumas ideias tranquilizam-me. Mas é a tal coisa, acho que não tenho perspicácia suficiente para compreender este livro.

 

«-- Os clássicos eram agora programas de rádio de quinze minutos, e cortados de novo para caberem num segmento sobre livros com dois minutos, acabando, finalmente, por se resumirem a dez ou doze linhas numa entrada de dicionário. Estou a exagerar, é claro. Os dicionários serviam para referência. Mas havia muita gente para quem o único conhecimento que tinham do Hamlet (deve conhecer certamente o título, Montag, ainda que para si, Sra. Montar, não deva passar de um rumor), para quem, dizia, o único conhecimento do Hamlet se limitava a um resumo de uma página num livro que se fizera anunciar com a frase: "Agora pode finalmente ler todos os clássicos e manter-se a par dos seus vizinhos". Está a ver? Do berçário à universidade e de volta ao berçário: eis o padrão intelectual dos últimos cinco séculos ou mais.»

 

Gostava de vos deixar uma review mais esclarecedora, mas já deu para perceber que toda eu me tornei num grande ponto de interrogação com esta leitura. Assim, só posso dizer isto: pá, é giro, leiam. Não tem nada de mal. É uma boa história. Eu só gostava de ter percebido mais, mas é uma boa história. Tem várias reflexões importantes, inclusive relevantes ainda hoje.

 

«-- Havia uma ave idiota chamada Fénix, muito tempo antes de Cristo, que de séculos a séculos construía uma pira funerária e se imolava nela. Deve ter sido o primeiro antepassado do Homem. Mas, de cada vez que ardia nas chamas, reerguia-se das cinzas e voltava a nascer. E parece que estamos a fazer a mesma coisa, uma e outra vez, só que nós temos algo que a Fénix nunca teve: sabemos a estupidez que acabámos de fazer. Sabemos todas as estupidezes que temos feito nestes milénios, e enquanto o soubermos e formos tendo à mão coisas que no-lo lembrem, pode ser que um dia deixemos de construir estas malditas piras funerárias e de nos imolarmos nelas. A cada geração que passa vamos acrescentando mais uns poucos que se lembram.»

 

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12
Dez24

Séries | Vistas em 2024 & top 5

Vera

Este ano foi mais fraquinho em termos de quantidade de séries vistas, mas venho relembrar todas as séries que vi e selecionar o meu top 5.

 

Séries Top 5 2024.png

 

Ultimamente, tenho tido pouco tempo para dedicar ao blog e por isso espero que me desculpem mas, este ano, estes posts serão um pouco mais breves. Assim sendo, que séries fizeram parte do meu ano?

 

E quais sobreviveram para chegar ao pódio de 2024?

1. Only Murders in the Building - Sem dúvida, uma das melhores descobertas este ano. Já se tornou uma das minhas séries preferidas e adoro o quão divertida é.

2. The Devil's Plan - É um programa de televisão, tudo bem, mas foi um programa incrível. Para quando a temporada 2?

3. Avatar: The Last Airbender - Não sei porquê, não sou a maior entusiasta de séries de animação (com algumas exceções, claro). Mas Avatar tem das narrativas mais incríveis que tive o prazer de ver.

4. Pokémon Concierge - Só o trabalho por detrás desta pequeníssima série, com pequeníssimos episódios, é de louvar. É muito bonita e feita em stop motion, vale a pena ver.

5. Baby Reindeer - Um bocadinho perturbadora, um bocadinho doentia... mas bastante bem feita.

 

Quais destas viram? Qual seria o vosso top 5 de 2024?

10
Dez24

Um reminder

Vera

Um post despreparado, não planeado e fora dos tópicos normais porque acabei de ver isto numa newsletter que subscrevo (aqui) e ressoou muito comigo (especialmente numa altura em que tenho algo específico que estou a antecipar de forma incerta e a tentar desesperadamente não passar o tempo a preparar-me para o pior).

 

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Nas palavras da Wesley Anna

08
Dez24

Filmes | An Almost Christmas Story & Elf

Vera

An Almost Christmas Story

Poster do filme An Almost Christmas Story

Uma jovem coruja, Moon, perde-se dentro de um pinheiro com destino à praça de Rockefeller, em Nova Iorque. Como um animal da floresta perdido no meio da cidade, Moon sente-se assustado nesta aventura para tentar regressar a casa, ao seu pai e irmão mais novo. Mas é também aqui que conhece alguns amigos voadores e Luna, uma pequena menina que também está perdida.

 

Esta é uma curta-metragem de cerca de 20 minutos, pelo que não há desculpas para não ver.

 

Além de ser super rápido de ver, é muito bonito e fofinho, a animação é incrível e a música que a acompanha também. Recomendo muito!

 

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Elf

Pode considerar-se um clássico de Natal, certo? E este eu nunca tinha visto.

 

Poster do filme Elf

 

Quando era bebé, Buddy acabou a viajar acidentalmente para o Pólo Norte, onde os elfos do Pai Natal o acolheram e criaram como se fosse seu. Já adulto, Buddy percebe que tem diversas características que o distinguem fortemente dos elfos e sente que não encaixa ali. É quando descobre quem é o seu verdadeiro pai que decide viajar para Nova Iorque em busca deste. Mas Buddy foi criado por elfos na terra do Pai Natal - não é um ser humano habituado ao mundo real; e o seu pai, um frio mas bem-sucedido homem de negócios, não acha piada à sua índole infantil e não quer ter nada a ver com ele.

 

Adorei este filme. Buddy é interpretado por Will Ferrel, um ator bastante conhecido no mundo da comédia, mas de quem ainda não tinha visto muitos filmes.

 

Elf é um filme super engraçado (ri tantas vezes) e, claro, sendo filme de Natal também é um filme extremamente bonito. Acho que vai ser um daqueles filmes que vou repetir noutros Natais, sobretudo porque foi mesmo divertido de assistir.

 

Recomendo muito, se ainda não viram!

 

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Alguém já viu algum destes filmes? O que acham?

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📖 A ler:



📺 A ver:

IT: Welcome to Derry, Temporada 1
Alien: Earth, Temporada 1
Taskmaster (UK), Temporada 19
Pluribus, Temporada 1
Stranger Things, Temporada 5
Alice in Borderland, Temporada 3

🎮 A jogar:

Fields of Mistria
Let's Go Pikachu
Little Nightmares

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