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fire and earth

Livros, séries, filmes e muito mais ♥

28
Abr24

Séries | Avatar: The Last Airbender (2005)

Vera

«Water. Earth. Fire. Air. Long ago, the four nations lived together in harmony...»

 

Poster da série Avatar: The Last Airbender

 

É assim que começo este post: da mesma forma que começam os episódios da série de animação que foi emitida pelo Nickelodeon entre 2005 e 2008. Na verdade, a introdução (e o restante dela) dos episódios é uma excelente forma de resumir a história. Existem quatro nações ligadas aos quatro elementos da Natureza mencionados, onde alguns dos seus residentes têm o poder de criar ou manipular o seu respetivo elemento.

 

Eventualmente, a nação do Fogo decide atacar outras e dominar o terreno, criando uma guerra que apenas o Avatar pode travar. Porquê? Porque o Avatar é a única pessoa neste mundo que tem poderes ligados aos quatro elementos. O "senão"? O Avatar está desaparecido há cerca de 100 anos e a guerra parece não ter fim.

 

Nada disto é um spoiler, tudo isto é explicado na introdução de todos os episódios para contextualizar a série. Embora seja uma série de animação num canal tipicamente infanto-juvenil, esta é daquelas que qualquer adulto pode apreciar - diria que até bem mais que uma criança, já que esta série faz tantas analogias a determinados problemas do mundo atual ou da nossa História: não apenas a guerra, mas a refugiados, e até campos de concentração...

 

Gostei bastante da série, a história é bastante interessante, o mundo criado através da animação é muito bonito (tanto visualmente, como pelo seu lore). Toda a mística por trás do Avatar, de todos os Avatars anteriores, e do mundo espiritual está também muito bem conseguida.

 

Um dos seus pontos mais fortes, na minha opinião, são as personagens. Não só a sua construção - não apenas o facto de termos um Sokka que funciona muito bem como comic relief, por exemplo -, mas também o seu desenvolvimento e evolução até ao final da série. O crescimento pessoal que todas elas experienciam é notável e feito de forma bastante natural e, em alguns casos, até mesmo profunda.

 

Este ano, foi lançada uma adaptação para live-action desta série na Netflix (onde também podem ver a série original de animação). Ainda quero ver, embora saiba que fizeram algumas alterações.

 

Para além disto, existe também a série de animação The Legend of Korra, que ocorre no mesmo mundo, décadas após os acontecimentos de Avatar. Só não cometam o mesmo erro que nós cometemos: começar Korra logo após Avatar; é uma espécie de choque cultural estranho ver tudo tão diferente do que conhecemos na primeira história. Vão por mim, façam uma pausa entre ambas para absorver.

 

4.5.JPG

 

Já alguém por aqui viu? Recomendo bastante!

23
Abr24

Séries | Only Murders in the Building

Vera

Poster da série Only Murders in the Building

Hulu

 

Esta história começa com a típica relação entre vizinhos de um prédio em Nova Iorque, isto é: nenhuma. Mabel, Oliver e Charles não se conhecem para lá dos ocasionais encontros nos corredores ou elevadores do The Arconia e não têm nada em comum: Mabel é uma jovem que não encontrou ainda o seu objetivo de vida e está apenas a morar na casa da tia enquanto a renova; Oliver é um realizador falhado da Broadway; e Charles é um ator ainda preso ao seu grande papel do passado. Quando um dos habitantes do The Arconia morre de forma misteriosa, impedindo os residentes de estarem presentes no edifício, os três protagonistas vêem-se obrigados a passar tempo no café mais próximo e é aqui que descobrem o que os une: o seu amor por podcasts de true crime, que rapidamente se transforma num esforço comum para investigar o que, afinal, aconteceu nesse dia e quem foi o assassino.

 

Esta série conta já com três temporadas, o que, para a sua premissa, faz com que algumas pessoas comecem a achar a fórmula repetitiva. Eu acho que o segredo é não levar a série tão a sério - ela faz exatamente aquilo a que se propõe: entreter-nos com um mistério por temporada. E fá-lo de forma bastante boa.

 

Já tenho dito por aqui e volto a reforçar que tenho gostado cada vez mais de histórias marcadas pelo mistério, seja em livro ou formato audiovisual. Acho que é mesmo muito a minha praia, adoro inventar 1001 teorias sem nunca saber muito bem o que aconteceu (pelo menos, até chegar ao final). E é exatamente isso que Only Murders in the Building faz: tenho uma teoria nova a cada episódio, algumas mirabolantes, outras menos, e por incrível que pareça dão tantas voltas à história que por vezes é difícil prever quem cometeu o crime.

 

Mas para mim o seu forte está nas personagens, algumas mais excêntricas, e na comédia, que não é daquela que vos vai fazer chorar a rir mas vai, sem qualquer sombra de dúvidas, divertir-vos até mais não. Não fosse, aliás, Charles interpretado por Steve Martin, um ator tão conhecido de filmes de comédia. Acho que a construção de personagens está incrível, e não falo apenas das principais. A série dá palco à história de quase todas as personagens mais ou menos relevantes da temporada, conhecemos os seus pensamentos e as suas histórias e, mais importante que isso, faz-nos perceber que não conseguimos catalogar ninguém como boa pessoa ou má pessoa, já que existe sempre muito mais nas ações delas.

 

A série conta até ao momento com a participação de alguns grandes nomes, como Tina Fey, Paul Rudd, Meryl Streep ou até Sting. E até nas personagens secundárias tem ganho, mas isto sou eu, que uma das minhas personagens favoritas é exatamente secundária e acho que o ator tem sido tão bom que tem conseguido brilhar na série e destacar-se (para quem já viu: é o Howard, como não?).

 

Por fim, acho que é importante referir algumas escolhas criativas que são feitas na série para avançar algum elemento do enredo - como, por exemplo, simular uma audição para uma peça de teatro cheia de possíveis suspeitos, ou um dos melhores episódios da série feito quase todo em silêncio (e com uma razão para isso).

 

Na minha opinião, a primeira temporada é a melhor, e talvez seja de facto pela repetição da fórmula nas seguintes, que não considero necessariamente má, mas que retira um pouco a novidade. Ainda assim, e como referi acima, acho que é importante não levar a série tão a sério, porque a verdade é que nos diverte tanto (ou mais ainda!) quanto um jogo de Cluedo.

 

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Alguém aqui já viu? O que acham desta série?

14
Abr24

Filmes | Dune (1 e 2)

Vera

Ver estes filmes não fazia parte dos meus planos, mas o meu namorado queria muito ver o segundo filme no cinema, por isso vimos o primeiro em casa e rumámos para ver a segunda parte no grande ecrã.

 

Poster do filme Dune

Warner Bros. Pictures and Legendary Pictures

 

«Nesta grande aventura interplanetária vencedora de seis Óscares​, Timothée Chalamet dá vida a Paul Atreides, um jovem nascido numa sociedade feudal do futuro, onde várias casas nobres se digladiam para obter a preciosa especiaria melange. Esse condimento, que apenas existe no planeta Arrakis – também conhecido como Dune pela sua imponente paisagem desértica –, é usado para estender a vida humana, fazer viagens no espaço e garantir, a quem a possuir, poderes sobre-humanos.»

 

Esta é a sinopse do CineCartaz do Público para o primeiro filme, sendo que o segundo continua obviamente esta história.

 

Depois de ver o primeiro, não tinha ficado muito convencida - no geral, este tipo de ficção científica não é muito a minha praia. A verdade é que o primeiro filme serve como um mero prelúdio ao segundo, onde a história realmente começa. A primeira parte de Dune é incrivelmente introdutória e fica-se um pouco por aí: conhecemos o contexto, a história, as personagens, o planeta, a especiaria, as autoridades.

 

Não deixa de ter os seus pontos fortes, que também fazem parte do segundo filme - aliás, é difícil estar a enumerar pontos fortes quando Dune, em ambos os filmes, acerta basicamente em tudo o que se possa pensar no trabalho que engloba um filme. Enredo, personagens, banda sonora, edição, fotografia, casting, realização... tudo.

 

E se fiquei pouco convencida com o primeiro filme, saí da sala de cinema bastante impressionada com o segundo, que está repleto de ação e, como referi, é neste filme que a história começa verdadeiramente.

 

É aqui que, na minha opinião, conhecemos melhor Paul Atreides enquanto personagem e protagonista - com tudo de bom ou mau que isso implica. Tenho de confessar que sempre tive opiniões ambíguas acerca do Timothée Chalamet, mas também tenho de admitir que este filme acabou com quase todas elas. É que o ator está incrível. A sua personagem passa por algumas transformações significativas ao longo do filme que só poderiam ser interpretadas por alguém que de facto soubesse transmitir tudo muito, muito bem.

 

Outro ator que me ficou na memória (e ainda mais que o Timothée Chalamet), para mim, foi Austin Butler - que, interpretando uma mera personagem secundária, garantiu que nunca mais me esquecerei dessa personagem, e fez-me gostar de um antagonista. A sua presença e entrega ao papel são um grande destaque do filme.

 

Gostei muito deste segundo filme, acho que vai facilmente ganhar imensos prémios de cinema no próximo ano e será um concorrente praticamente implacável para melhor filme. A sério, eu não consigo estar a falar-vos de pontos específicos quando o filme é excelente em absolutamente tudo.

 

Do realizador, Denis Villeneuve, penso que só vi Blade Runner 2049, do qual já não tenho grande memória mas, com o pouco que vi, penso que esta é a pessoa acertada para dirigir histórias em sociedades futurísticas.

 

Acho que há um pormenor que tenho de discutir, e que ainda não vi ninguém falar sobre: acho que é um filme incrivelmente pesado. Numa época em que estamos a assistir a duas grandes guerras, para mim foi impossível desligar do mundo real e não associar certos momentos do segundo filme com a violência que tem feito parte dos últimos anos no nosso mundo. O filme é incrível, mas também foi um visionamento um pouco doloroso em certos momentos porque, desse ponto de vista, quase que não saiu de todo na altura certa. Acho importante fazer esta referência; não sei se isto fez parte da experiência das outras pessoas, mas certamente fez parte da minha (aliás, numa outra camada adicional, houve até uma cena em específico que me fez lembrar a época do nazismo).

 

Ainda assim, recomendo muito que vejam, mesmo que não tenha muito a ver convosco, já que o segundo filme pode mudar um pouco o cenário, tal como aconteceu comigo. Está certamente a trilhar o caminho para se tornar numa das melhores sagas dos últimos anos.

 

Dune

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Dune: Part Two

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Por aqui, quem já viu e o que acharam?

09
Abr24

Viagens | Madrid

Vera

Antes de começar: não tirei qualquer foto a pensar no blog ou em qualquer publicação, por isso desculpem qualquer coisinha.

 

Pois é, estreamos uma nova categoria no blog, uma tão comum noutros blogs mas que nunca tinha surgido no meu. Já podia ter surgido? Sim, o nosso Portugal também é bonito e também merece recomendações, mas fui típica mesmo - quis começar a escrever sobre viagens quando consegui finalmente sair de Portugal (tecnicamente já saí antes, mas não foi propriamente numa viagem típica).

 

Já se passaram alguns meses desde esta viagem, por isso venho um pouco atrasada. Mas meteu-se tanta publicação de filmes pelo meio que esta ia ficando adiada.

 

Apesar de já ter andado de avião, já foi há quase 10 anos (e não foi numa companhia low-cost), por isso considero-me tão inexperiente quanto o meu namorado, que nunca tinha andado de avião sequer e, por esse motivo, resolvemos escolher um destino próximo a Portugal. Pareceu-nos o melhor, tendo em conta a nossa falta de contacto com esta realidade; e queremos ir-nos habituando a estas andanças aos poucos (sim, que eu ainda quero passar uma época natalícia em Edimburgo; universo, por favor, faz a tua cena).

 

Entre Barcelona e Madrid, acabámos por escolher o segundo porque acabava por ficar mais barato, apesar de Barcelona ser um dos destinos que mais quero visitar - mas, já que fica tão perto, também não foge do sítio, não é verdade?

 

Tecnicamente fomos durante 5 dias, mas o primeiro e o último foram mais focados nas viagens e respetivos preparativos, por isso vou falar-vos dos restantes três. Para a publicação não ficar demasiado longa, e como me tem custado um pouco escrever sobre tudo, vou apenas referir os sítios que visitámos em jeito de lista, fazendo eventualmente alguns apontamentos sobre alguns.

 

***


Dia 1.jpg

Por onde passámos no dia 1:

  • Palácio Real, para vermos o Render da Guarda - que ocorre na Porta do Príncipe todas as quartas-feiras e sábados às 11h, ou das 10h às 12h em julho e agosto. Neste, podemos não só ver as marchas militares dos soldados como, alternadamente e de 10 em 10 minutos, também vemos as dos cavalos.
    A título de curiosidade, também existe o Relevo Solene da Guarda Real; acontece na primeira quarta-feira de cada mês, com exceção de janeiro, agosto e setembro. Na altura em que fomos, não deu para apanhar esta cerimónia, mas parece ser ainda mais interessante de ver.
  • Catedral de Santa María la Real de la Almudena
  • Museo de las Ilusiones - um pequeno museu de ilusões óticas que... parece giro, mas não é nada do outro mundo. Sinceramente, nem sei se recomendo assim tanto.
    O problema do museu é que o foco é tirar fotos, muito mais do que em qualquer outro museu, visto que algumas das ilusões óticas só se conseguem ver em fotos (ou se forem uma terceira pessoa a olhar para outras duas no lugar certo...). Por causa disto, a visita é livre, o que faz algum sentido, mas também torna a experiência muito desorganizada, seja porque têm de estar constantemente à espera que as pessoas saiam ou acabem de tirar fotos/ver ilusão X, seja porque já lá estão à espera há um tempo e outras vos passam à frente porque nem filas há, seja (pior ainda) por poderem ter de aturar crianças que não vos deixam experienciar nada porque os pais não as sabem educar. Eu cheguei a estar a tirar uma foto ao meu namorado numa dessas ilusões, pronta para trocarmos de lugar e tirar-me ele uma a mim, se não fosse uma miúda a correr tomar o lugar dele e meter-se em posição para a mãe lhe tirar uma foto assim que ele saiu, quando era claro que ainda não nos íamos embora e que nenhum de nós tinha terminado ali ainda... Estas mesmas crianças não saíam de uma das ilusões em específico, sendo que ouvimos outras pessoas queixarem-se também.
    Bom, desculpem o rant. Para além disto, algumas das ilusões nem sequer funcionaram e por mais que tentássemos fazer o que estava na descrição, não conseguíamos ver nada de diferente.
    É uma ideia engraçada? É. Funciona na prática? Nim. Funcionar até funciona, mas o museu precisava de mais organização. Achei a experiência meh e não faria questão de repetir. (Não tenho fotos porque a maioria são de cara.)
  • Plaza Mayor (e ruas adjacentes)
  • Puerta del Sol
  • Calle del Arenal
  • Jardines de San Francisco
  • Calle de la Estrella
  • Calle de la Luna

 

Estas duas últimas foi mais pela nossa alma de colecionadores... foram-nos recomendadas por terem várias lojas de figuras de coleção e repassamos a recomendação a quem tiver o mesmo gosto (também tem algumas para quem gosta de animes).

 

Dia 2.1.jpg

Os sítios por onde passámos no dia 2:

  • Plaza de Cibelles
  • Museo Nacional del Prado - minha nossa! Vão com tempo, muito tempo, para isto. Tínhamos visto na net que a visita demora cerca de 2h30... na verdade, demorou umas 4h! Sem exagero... Este museu é lindíssimo - não fosse um dos mais conhecidos internacionalmente, basicamente o Louvre de Espanha -, mas é enorme, gigantesco, um autêntico labirinto. Não tenho fotos porque não era permitido, mas foi uma visita super enriquecedora, embora a certo momento vos comece a parecer tudo igual de tantos quadros e obras de arte que vêem durante horas e horas.
  • Puerta de Alcalá
  • Parque El Retiro - possivelmente o parque mais bonito onde estive até hoje. Vale o que vale para alguém que nunca tinha saído propriamente de Portugal sequer, mas é lindíssimo (e enorme!).
  • Gran Vía
  • Plaza de España
  • Templo de Debod

 

Dia 2.2.jpg

 

O terceiro dia foi um pouco mais livre, apenas tínhamos marcada uma visita ao Museo Nacional de las Ciencias Naturales, que para mim valeu bastante a pena e a entrada nem sequer é cara de todo. Este museu tem uma parte com réplicas em tamanho real de todos os animais em que se possa pensar, além de uma outra parte mais histórica, com réplicas dos esqueletos de dinossauros e da evolução do ser humano, onde podemos também encontrar uma secção de geologia com todas as rochas e minerais existentes. Foi muito giro e é um sítio que sem dúvida recomendo, tanto para miúdos como graúdos. Foi uma das minhas partes preferidas desta viagem.

 

Dia 3.jpg

 

Como este dia não tinha grandes planos, acabámos por repetir alguns sítios dos dias anteriores e passámos também pelo Santiago Bernabéu (a pedido do homem, claro...), que só vimos por fora e para mim continua a ser só um edifício com barras de metal... Nem venham, os nossos estádios conseguem ser mais bonitos... Acabámos também por passar pela Real Casa de La Moneda e pela Fabrica Nacional de la Moneda y Timbre, por causa da série La Casa de Papel.

 

Em termos de comida, embora tivéssemos feito questão de provar algumas das comidas tradicionais, não fomos com nenhum lugar específico em mente. E como eu não ia com a ideia de escrever esta publicação, peço desde já desculpa, mas não me recordo dos nomes dos sítios onde fomos nem guardei talões (sou uma desgraça). O único que é um lugar mais tradicional, e que por isso me recordo perfeitamente do nome, é a Chocolatería San Ginés, onde comemos uns belos churros e aquilo que por cá chamamos de farturas. São bastante diferentes daqueles que temos por cá nas feiras e, tanto aqui como nos outros locais onde fomos (onde comi paella, ovos rotos e tortilha espanhola), tivemos sempre uma experiência bastante boa.

 

***

 

E assim terminamos esta publicação que mesmo assim ficou longuíssima, por isso agradeço a quem chegou aqui. Sinto que tenho de pedir desculpa, porque ficou muito aquém daquilo que inicialmente idealizava. Mas entre assuntos pessoais e publicações no blog que foram adiando esta, juntando o passar do tempo e a evolução naturalmente negativa da memória, acabei por sentir que já não estava capaz de escrever esta publicação da forma que queria escrevê-la.

 

Ainda assim, espero que tenham gostado e resta-me prometer que, numa próxima viagem, vá construindo a publicação de forma adequada e mais atempadamente.

01
Abr24

mil e quinze » fire and earth

Vera

Pequeno aviso à população de que o blog deixou de ser "mil e quinze"! Como tinha dito num post que entretanto apaguei, já não me sentia confortável em ter um nome que veio do trabalho de outras pessoas. Esse foi o único motivo para ter mudado. Não se esqueçam de mim! 🤭

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📖 A ler:



📺 A ver:

IT: Welcome to Derry, Temporada 1
Alien: Earth, Temporada 1
Taskmaster (UK), Temporada 19
Pluribus, Temporada 1
Stranger Things, Temporada 5
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🎮 A jogar:

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