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fire and earth

Livros, séries, filmes e muito mais ♥

29
Jan24

Séries | Pokémon Concierge

Vera

A pequeníssima mini-série que todos precisávamos (até mesmo quem não é fã de Pokémon) e não sabíamos.

 

Poster da série Pokémon Concierge

From: Pokémon

 

Pokémon Concierge acompanha Haru, uma rapariga que, sentindo-se infeliz com a sua vida atual, vai trabalhar como concierge para um resort onde ficam vários Pokémons e treinadores. É uma série de quatro episódios com cerca de 10-15 minutos cada, pelo que se vê em menos de uma tarde.

 

A série é toda feita em stop-motion com personagens criadas em argila ou em feltro. Não tem grande história, mas não precisa de ter - foi feita para ser uma experiência diferente de animação e é impossível não reconhecermos o trabalhão que esteve por trás de toda a série. Conseguimos "desculpar" perfeitamente o facto de ter apenas quatro episódios com 15 minutos no máximo, porque o trabalho que só isso deu já é de louvar.

 

É uma série muito fofinha, tanto pelos Pokémons que vemos no resort como pela sua vibe relaxante e feliz. Recomendo-a a qualquer pessoa, acho que não precisam de ligar à franquia de todo para apreciarem o trabalho nesta série e experienciarem o quão wholesome ela é.

 

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Alguém aqui já viu? O que acham?

26
Jan24

Séries | Love & Death

Vera

Poster da série Love & Death

 

Love & Death é uma mini-série baseada num caso real de dois casais que fazem parte do coro e paróquia de uma igreja e que vivem uma vida familiar aparentemente normal... até que uma dessas pessoas propõe a outra um caso extra-conjugal e alguém acaba morto.

 

É uma produção da HBO Max e acho que isso já diz muita coisa, não é? É uma série conduzida por dois mistérios principais (pelo menos, para quem não conhece o caso real): 1) quem morreu? e 2) qual o veredito?

 

Por isso, até mesmo nos seus momentos mais lentos - e sinto que ao início a série é, em si, mais demorada nos acontecimentos -, acaba por nos conduzir com alguma curiosidade para descobrir o que acontece.

 

É fácil - muito fácil! - pensar no grande ponto de destaque desta mini-série: a Elizabeth Olsen. O papelão que ela faz é absolutamente incrível, sendo que há uma cena muito específica num episódio onde ela é brilhante. Nesta série, Elizabeth Olsen quase não precisa de dizer nada (embora diga!) para nos transmitir tudo o que a personagem está a sentir. É extraordinária a forma como conseguimos retirar tanto da sua personagem apenas pelo olhar.

 

Recomendo muito esta mini-série, quanto mais não seja pelo trabalho sublime de Elizabeth Olsen no papel de Candy. É facilmente um dos trabalhos de representação que mais prazer me deu assistir até hoje. E só me confirmou ainda mais que esta é uma senhora atriz cujo trabalho vale a pena acompanhar. Confesso que acabei por escolher ver a série por tê-la como protagonista (só porque a Wanda, da Marvel, é uma das minhas personagens preferidas de sempre) e no fim, de facto, só reforçou a ideia de que esta é uma atriz para apostar.

 

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Quem conhece a série? O que acham?

23
Jan24

Filmes | Barbie

Vera

Para ser sincera, este não era um filme que me despertava especial interesse, mas depois de ser lançado nos cinemas começaram a surgir algumas imagens e momentos do mesmo que me foram suscitando alguma curiosidade. Sabia que eventualmente iria ter de satisfazer essa curiosidade, e assim ocorreu a visualização do primeiro filme do ano.

 

Poster do filme Barbie 2023

 

A Barbie vive na Barbieland com todos os Kens e todas as outras Barbies. Neste mundo cor-de-rosa, tudo é perfeito e dominado pelas mulheres: a Barbie Presidente, a Barbie Advogada, a Jornalista, a Física... Até que um dia, algumas mudanças atípicas começam a ocorrer à Barbie original (ou Barbie-estereótipo, numa tradução mais literal do inglês): pensamentos sobre a morte, celulite, mau hálito matinal e pés completamente direitos - um conjunto de coisas que não encaixam no mundo perfeito em que vive. Assim, a Barbie original tem de viajar até ao mundo real para resolver este problema. Acreditando que as Barbies tiveram um impacto enorme no papel da mulher no mundo real, é nesta visita à realidade que a Barbie original descobre que absolutamente nada no planeta Terra é como ela acreditava ser.

 

Esta sinopse que vos escrevo ainda falha em mencionar outros aspetos do filme, como o papel dos Kens na Barbieland (e dos homens no mundo real) e como a visita à realidade influencia também nessa questão.

 

O filme é incrível na ambiência que cria na Barbieland e mostra de forma absolutamente extraordinária este mundo de fantasia e perfeição. Parece mesmo um mundo de bonecas onde nada é real, olhamos para aquele mundo como espectadores bem distantes porque não é, de todo, a realidade que conhecemos.

 

É, assim, com um sabor agridoce (pelo menos, enquanto mulheres...) que reconhecemos perfeitamente o mundo real em que Barbie entra aquando da sua visita. Dá portanto para imaginar que este é um filme que tem uma componente fortemente feminista e que se propõe a mostrar os efeitos do patriarcado.

 

Mas não só. Também tem uma questão existencialista e do sofrimento humano, sofrimento esse que nos é inerente apenas porque nenhum de nós é, de facto, um boneco criado para servir de brinquedo.

 

Gostei bastante do filme, das reflexões que trouxe e do que pretende mostrar. Ainda assim, confesso, cheguei ao fim com a sensação que algo faltou... Que talvez o final tenha sido demasiado perfeito, demasiado feliz? Não sei. Talvez tenha sido o sabor agridoce com que fiquei ao olhar para o mundo real que tenha afetado a forma como vi o "mundo das bonecas" transformar-se novamente.

 

Para um filme que decide focar tanto em elementos feministas e existenciais, o final pareceu apagar tudo isso para mim. É suposto fingirmos que tudo está bem quando acaba bem? Bom, faz sentido para brinquedos. Não faz grande sentido para nós... Acho que o que quero dizer, no fundo, é: vemos o mundo de fantasia ser alterado e, no fim, essas alterações não tiveram grande efeito, a não ser na Barbie original. Parece que nada aconteceu e isso parece-me irrealista.

 

Acho que foi um pouco esta sensação que me deixou, contudo achei o filme bom e recomendo que vejam.

 

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Quem aqui viu? O que acharam do filme?

17
Jan24

Filmes | Klaus

Vera

Ainda é aceitável falar de filmes de Natal? Se virmos pela máxima de que "o Natal é quando o Homem quiser", talvez.

 

Poster do filme Klaus

 

Em Klaus acompanhamos Jesper, um estudante de uma espécie de Academia dos Correios que tem péssimos resultados e, como castigo, é enviado para uma ilha remota do Ártico como carteiro. Acontece que os habitantes da cidade passam o tempo a discutir e criar problemas entre si, sem sequer demonstrarem qualquer interesse por cartas. Com a ajuda de Klaus, um carpinteiro que vive sozinho e faz brinquedos à mão, Jesper tenta criar algum sentido de comunidade nesta ilha, unindo esforços para fazer com que os habitantes ganhem algum interesse em correspondência postal.

 

Que, no fundo, é como quem diz: neste filme, vemos o Natal nascer. E é tão bonito!

 

Sendo um filme de animação, a arte é bastante bonita e o enredo também, além de ser um filme simplesmente fofinho. Jesper descobre que ser carteiro (e tudo o que isso implica) é algo que afinal lhe dá mais prazer do que imaginava e percebe que há muito de especial na união de uma comunidade e em incentivar as pessoas a fazerem o bem.

 

É um filme natalício bastante bonito e recomendo que o vejam, mesmo que já não estejamos na época (mas sobretudo quando a altura chegar).

 

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Alguém aqui já viu? O que acham deste filme?

14
Jan24

Séries | Prison Break

Vera

Depois de umas primeiras semanas de 2024 menos boas, cortesia de também eu ter sido presenteada com gripe A (que conseguiu ser ligeiramente pior que o COVID, por incrível que pareça), estou de volta para vos falar de uma série que terminei ainda no ano passado.

 

Acho que já toda a gente ouviu falar de Prison Break mas, se houver alguém que não conheça, nesta série acompanhamos Michael Scofield, um engenheiro que arrisca a vida que conhece para ajudar o irmão, Lincoln Burrows, a escapar da prisão após ser condenado a pena de morte.

 

Poster da série Prison Break

From Flipkart

 

Esta série é dos inícios dos anos 2000 e nota-se, sobretudo nas temporadas iniciais, com elementos típicos da época para anunciar "pausas" no episódio (muito provavelmente para os intervalos da televisão).

 

Embora desconheça por completo as tendências da época e a evolução do panorama da escrita para a televisão, arrisco-me a dizer que o próprio enredo é bastante típico da altura em que a série foi feita e que há aspetos do mesmo que facilmente nos fazem pensar que hoje em dia não resultariam.

 

De um modo geral, porém, a série é bastante boa. Tem temporadas melhores e temporadas piores, e claro, sofre um pouco do mal das temporadas típicas de cerca de 24 episódios que antes eram bastante frequentes. Ainda assim, conheço séries piores em termos de fillers (Sobrenatural, por exemplo).

 

Para uma história que não tinha pano para mangas e enchia, no máximo, uma única temporada, até se safaram a esticar o enredo para 5 temporadas (ou 4, visto que a 5ª saiu 8 anos depois) sem estragar demasiado a série como um todo, mesmo com os seus defeitos.

 

É uma obra prima nos dias de hoje? Não. Entende-se porque foi uma das séries mais aclamadas na altura? Sim. Lembro-me de a seguir todas as semanas na RTP, com a minha mãe. A certa altura, não sei porquê, simplesmente parámos de a ver. Serve bem o seu propósito de entretenimento e, se estiverem com nostalgia da época, pode definitivamente encher-vos as medidas.

 

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Quem aqui viu esta série?

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📖 A ler:



📺 A ver:

IT: Welcome to Derry, Temporada 1
Alien: Earth, Temporada 1
Taskmaster (UK), Temporada 19
Pluribus, Temporada 1
Stranger Things, Temporada 5
Alice in Borderland, Temporada 3

🎮 A jogar:

Fields of Mistria
Let's Go Pikachu
Little Nightmares

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