Voltei, nos blogs vizinhos
Olá, olá!
Terminei a pausa de reflexão e voltei — agora de vez — aos blogs vizinhos. Sigam-me por lá:
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Olá, olá!
Terminei a pausa de reflexão e voltei — agora de vez — aos blogs vizinhos. Sigam-me por lá:
Disse que iria continuar a publicar aqui até Junho, mas mudei de ideias. Será esta a última publicação aqui.
Admiro e quase invejo, de forma saudável, quem consegue ver um sentido em alojar-se numa nova casa. Por mais que tente pensar de outro modo, associei este blog, este perfil, esta plataforma a casa, e foi a ela que me apeguei. Por enquanto, o Blogger não me faz sentir em casa. Na verdade, faz-me sentir como uma estranha a tentar pertencer a um lugar que não é seu.
Esta estranheza tem-me feito sentir uma completa falta de escrever. E é por isso que invejo quem continua a escrever noutro lado. Acho que, por enquanto, não consigo. Não vejo sentido em que isto exista em qualquer outro lado. Sinto-me como se tivesse terminado uma longa relação.
Vou fazer uma pausa. Como sabem, e como já tinha dito, mudei tudo para o Blogger. Se houver notícias, a partir de agora, é lá que estarão. Aqui: https://fire-and-earth.blogspot.com/
Talvez apenas precise de tempo para me ambientar. Perdi toda a motivação para escrever publicamente. Espero um dia estar de volta.
Até lá, por favor, se quiserem, comentem com os vossos novos links aqui. Já voltei a criar uma conta no Feedly para poder seguir blogs de várias plataformas. E apelo a que tenham RSS activo. Infelizmente, não sei como ajudar nessa parte, mas já aconteceu não conseguir seguir links no Feedly por causa deste problema. Fica o alerta.
Até um dia.
Nota: O Sapo Blogs vai terminar em Junho. Segue o meu novo blog no Blogger.
Para terminarmos as publicações sobre coisas que vi ainda em 2025, hoje venho falar de duas séries.

IT: Welcome to Derry
Para fãs de IT, mas também para não fãs (que eu nem vi o segundo filme ainda), esta é uma série de terror brilhante. Eu adorei. Ocorre muito antes dos filmes e mostra-nos como Derry tenta (ou não) combater esta entidade, antes que volte a fazer estragos.
Tem muitas vibes de Stranger Things, embora provavelmente mais pela época em que ocorre e por ser sempre um grupo de miúdos. Surpreende-nos muito, sobretudo logo no primeiro episódio. É uma série gráfica, em certas partes doentia, mas que mostra logo ao que vem — resta a cada um decidir se fica para a viagem ou não.
Certamente uma das melhores séries de terror dos últimos tempos. Gostei mesmo muito.


The End of an Era
Claro que tinha de ver o documentário sobre a Eras Tour, da Taylor Swift. Inclusive, agradecida por poder reviver aquela altura uma última vez (ainda que nada tenha sido filmado em Lisboa).
Gostei muito deste documentário, sobretudo da forma como abordaram a história de tantas pessoas envolvidas no espectáculo; isto é, de não ser apenas sobre a Taylor, dando voz às pessoas que contribuíram para que isto acontecesse, como cantores, dançarinos, banda.
Gostei também de como falaram de diversos assuntos diferentes, falando por exemplo da situação de Viena, da aula em Southport onde várias crianças foram mortas numa aula temática da Taylor Swift, e de como estas situações a afectaram. Por fim, gostei de como entrelaçaram vários momentos com a infância e adolescência da Taylor, incluindo a forma como falaram da sua avó, Marjorie.
Enfim, achei um documentário completo, bonito, que nos mostrou os bastidores com clareza, mas também com emoção. E deixou-nos com um novo lema para a vida, não é verdade? Let's fuck shit up, fuck it up, up, up, up, up, UP!

É uma notícia triste para todos. Eu, que há mais de uma década utilizei o Blogger, acho que nenhuma plataforma se comparava a esta. Sempre gostei da comunidade que aqui se consegue criar e entristece-me ter de voltar para a falta dela, no Blogger.
Vou migrar para o Blogger, mas muito lentamente. Estou a garantir que aquele blog se pareça o mais possível com este, a importar o conteúdo, a tratar do visual. Vou manter-me no Sapo até Junho, até ao fim, mas assim que tiver o Blogger pronto, publico nos dois lados e todas as publicações aqui começarão com um link para lá — para que toda a gente que tenha interesse possa ir-me encontrando e seguindo, se assim quiser.
Saboreemos os meses que restam. Até à próxima publicação.
P.S: Preferem Blogger ou Substack? Pessoalmente, acho que o formato de newsletter do Substack não se enquadra muito no conceito de blog, contudo, sinto que torna mais fácil acompanhar alguém do que o Blogger, que eu já adivinho que vai estar um pouco às moscas... Digam-me o que acham.
P.S2: Está criado um Blogger, até ver é para onde irá migrar o conteúdo. Podem seguir aqui.
Ainda do ano passado, vi mais três filmes para terminar o ano. E terminei em grande, porque todos eles são bons!

Some Like It Hot
Que filme tão divertido de ver! E foi tanto que foi com este que percebi que fazia muito tempo desde que tinha sentido isso com um filme: que foi uma experiência verdadeiramente divertida. Este é um clássico da old Hollywood com a Marilyn Monroe e mostra-nos dois músicos que acabam por assistir a um crime da máfia. É assim que decidem disfarçar-se de mulheres e entrar numa banda feminina para conseguirem escapar de Chicago e do grupo de criminosos.
Gostei tanto deste filme, foi tão engraçado e uma verdadeira experiência de entretenimento. Deixou-me com muito boa impressão do realizador, Billy Wilder, de quem já tinha ouvido o nome antes, e também dos dois actores principais. Vou querer ver mais deles, bem como da Marilyn, sendo que este foi o primeiro filme que vi com ela (sou mais menina de Audrey Hepburn). Recomendo imenso se quiserem um filme genuinamente divertido que vos faça rir um pouco e sentir bem.


Gran Torino
Walt acaba de perder a mulher e tem um dos típicos perfis do idoso americano: veterano da guerra da Coreia, resmungão e francamente racista/xenófobo (o que, no seu caso, é bastante irónico dado que vive num bairro rodeado de pessoas de etnia Hmong). Além disso, possui algo bastante valioso para si e para o mundo: o seu carro, um Gran Torino de 1972; e é quando um jovem vizinho lho tenta roubar que Walt acaba por conhecer mais dos seus vizinhos, da sua etnia e tradições, acabando por criar ali amizades profundas.
Na realidade, há mais nesta história, mas não vos quero estragar a experiência, acho que este filme é uma boa viagem de aprendizagens, sensibilidade e empatia. É um filme marcado por uma personagem que, talvez pelo seu passado de guerra, parece só conhecer violência (quando justificada), mas que termina a mostrar-nos precisamente o contrário. Mas é também uma história bonita de amizade, de protecção e laços comunitários. Gostei muito!


All of Us Strangers
Decidi ver este filme no último dia do ano porque quem é que não quer acabar o ano destroçado e a chorar? Estou a brincar, apesar de que sabia que ia ser um filme triste. Neste filme vemos como Adam, um guionista, conhece o seu único vizinho Harry num momento um pouco fora do normal. Com o passar do tempo, estes vizinhos desenvolvem uma relação que nos dará também a conhecer um pouco mais da vida de Adam, que perdeu os seus pais demasiado cedo.
Apetece-me contar-vos mais, mas não posso porque acho que este filme é uma viagem para a qual precisamos de levar apenas o essencial e simplesmente saborear tudo o resto que vem.
Tem um ritmo um pouco lento, mas nem me consegui importar. Além de cores lindíssimas e da representação exímia por parte do Andrew Scott (de quem me vejo a ser cada vez mais fã) e do Paul Mescal (que não tem falhado nunca), esta é uma história triste e absolutamente devastadora de luto e solidão, de crescer sem apoio, mas que também toca na experiência de se ser homossexual (sobretudo noutra década). Não consigo apontar qualquer defeito e acho que é um daqueles filmes que toda a gente deveria ver. Que filme e história tão bonitos, de forma tão, tão triste ❤️

Já alguém viu algum destes filmes?

Elsa é uma menina de 7 anos cuja única amiga é a sua avó, que conhecemos apenas por "Avozinha". A Avozinha é uma pessoa muito directa e excêntrica, o que a faz parecer completamente louca às pessoas de fora, nomeadamente os seus vizinhos — que são também os vizinhos de Elsa, já que habitam no mesmo prédio. No entanto, a avó de Elsa morre, vítima de cancro, e deixa uma série de cartas para a neta entregar — cartas que pedem desculpa aos vários moradores do prédio, deixando Elsa numa espécie de caça ao tesouro.
Apesar da sinopse mencionar histórias e contos de fadas, não fazia ideia de que esse ia ser um elemento tão forte deste livro que terminei ainda no ano passado. A avó de Elsa passou toda a sua infância a contar-lhe histórias sobre diferentes reinos na Terra de Quase Acordar, com diferentes personagens — que acabam por ser baseadas em histórias reais de pessoas reais, apenas adaptadas para um conto de fadas.
É muito interessante ir descobrindo as semelhanças entre as histórias e a vida real junto com Elsa, mas gosto também da dinâmica de Elsa nos contar todas essas histórias, no geral. Existe um risco neste aspecto, claro, já que tenho de referir alguns pontos negativos que sinto que acabam por estar de certa forma relacionados com isso: 1) o livro é um pouco longo demais e sinto que existem várias partes que poderiam ser encurtadas; 2) há momentos em que essas histórias se estendem demasiado, e acabei por sentir que esses momentos me perderam um pouco; 3) em certas partes, podem tornar-se momentos mais infantilizados, embora eu não tenha sentido isso assim tanto, no geral.
Apesar destes aspectos, adorei este livro a ponto de achar que este é, até ver, o meu livro favorito do autor, sendo que já li A Man Called Ove e Gente Ansiosa. Achei que o paralelismo com o conto de fadas foi um ponto muito interessante nesta história e permitiu contá-la de um ponto de vista credível de uma criança.
Adorei também aquilo que já é habitual num livro escrito por Fredrik Backman (ou, pelo menos, tem sido naqueles que li): saborear uma leitura marcada pelo sentimento de comunidade, de laços que se formam entre pessoas unidas por algo; e conhecer histórias profundas de pessoas que nos começam por ser apresentadas como o comum mortal que, aqui, literalmente são 'apenas' um ou uma vizinha. Acima de tudo, adorei ler este retrato de um processo de luto aos olhos de uma criança. Acho que Fredrik Backman conseguiu traduzir tão bem os sentimentos típicos deste processo do ponto de vista de uma pessoa que ainda não é madura o suficiente para compreender tudo — ainda que Elsa já seja muito madura para a idade noutros aspectos, e uma personagem muito esperta e perspicaz.
Acho que Fredrik Backman se está a tornar num dos meus escritores preferidos; e inconscientemente, é um dos poucos autores aos quais volto várias vezes sem perceber — e isto tem de querer dizer algo, não é? Além disso, descobri que uma das personagens vizinhas tem todo um outro livro dedicado a ela; que maravilha, mais um título para a minha lista para ler.
Recomendo muito, gostei muito desta história e de conhecer as personagens.

Alguém aqui já leu? Se não, ficaram interessados em ler?
Estamos naquela fase em que as publicações que saem ainda dizem respeito ao ano passado; desta feita, hoje trago-vos breves reviews de três filmes que vi — entre eles, uma curta-metragem.

The Muppet Christmas Carol
Achava que já tinha visto este filme, mas estava enganada. Adorei. Primeiro, porque sempre gostei muito da história e já vi várias adaptações — agora que penso, talvez devesse mesmo ler o conto de Charles Dickens; afinal, é a fonte original —, e depois porque é um filme muito fofo, triste e, em certos momentos, engraçado. Além disso, quem é que não gosta dos Muppets? Acho que o único ponto negativo para mim é o Fantasma do Natal Passado, o visual da personagem ficou extremamente estranho e dá-me muito aquela sensação de "uncanny valley", apesar de, aparentemente, nem sequer ser CGI. De resto, acho que será um filme a repetir em Natais futuros.


Robin Robin
Uma curta-metragem sobre um pássaro criado por ratos e que, por isso, não sabe voar. Mas também não é capaz de ir em busca de comida silenciosamente, tal qual um rato faz. Isto faz com que Robin não sinta que pertença a nenhum dos lados, pois não é boa em qualquer um deles. Será com a ajuda da sua família, de um pombo, e também do significado da estrela de Natal, que Robin irá descobrir muito sobre si mesma: que consegue voar, mas também que consegue ajudar na procura por comida à sua própria maneira. É uma curta-metragem muito fofa, com uma animação super bonita — como não podia deixar de ser, vindo do mesmo estúdio de Wallace & Gromit.

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Avatar: Fire and Ash
Apesar de ter preferido este ao segundo filme — embora seja porque, provavelmente, eu ia um pouco cética do 3D ainda ser uma cena quando vi o segundo filme —, achei o filme um pouco longo demais e tenho de concordar com alguns comentários que tenho visto: a história parece ser sempre a mesma. Ainda assim, é completamente inegável que, ao vermos este filme em 3D — e tendo sido feito para isso —, dá-nos uma experiência absolutamente magnífica e bela. Pessoalmente, acho que se sustenta muito bem como mera experiência cinematográfica; ainda assim, existindo planos para haver sete filmes no total — faltando, portanto, quatro —, talvez seja boa ideia começar a diversificar um pouco o enredo.

Já alguém viu algum destes? Deixei alguém com interesse?
2025 começou com algum desafio, alguns meses de luta para tentar não cair na espiral de negatividade em que as circunstâncias tendiam a colocar-me. Felizmente, após alguns meses, coisas boas começaram a acontecer e desde então não posso dizer que algo de muito mau se tenha passado. Antes de passar para a retrospectiva propriamente dita, isto é aquilo pelo qual sinto que tenho realmente de agradecer: que nada de terrivelmente mau e irremediável tenha acontecido em 2025. Só por isso, para mim — e apesar de não ter começado da melhor forma —, já foi um ano bom. Já não procuro os melhores anos da vida, todos aqueles que não são maus são bons.
O ano começou com a nossa viagem a Barcelona e, confesso, nem me parece. Continuo a sentir que estive muito desligada naquela viagem, que talvez tenha ocorrido numa altura em que o que eu mais precisava era de parar um pouco — não de andar mais. Não parece que foi ainda este ano, parece que passou uma eternidade.
Outros momentos de destaque deste ano incluem:
Para além disso, 2025 foi um ano em que senti que me envolvi em vários hobbies diferentes e, apesar de passar por fases, sinto que consegui encontrar aqueles com os quais me envolvo de forma mais regular: desde colorir a fazer crochet, aprender italiano; além de ter sido um ano em que consegui criar um hábito de leitura mais consistente, em que vi mais filmes, e até em que joguei mais do que costumo.
Continuo a colocar uma maior importância e destaque em experiências, e sinto que 2025 foi um ano rico em experiências — tanto as que requerem sair, como as que implicam ficar dentro de casa, dentro de mim, e comigo própria.
Há algum tempo que eu deixei de definir objectivos para cada ano, no entanto vou listar algumas coisas que gostava que acontecessem em 2026:
Desejo a todos um excelente 2026, com muita saúde (vossa e dos vossos); e, de preferência, com tudo aquilo que mais desejam ❤️
Estou muito surpreendida comigo mesma, porque vi imensos filmes em 2025 e, até hoje, não sei bem como aconteceu. Não foi, até ver, o ano em que vi mais filmes — o primeiro lugar do pódio ainda pertence a 2012, com 90 filmes vistos. Mas 2025 está agora em segundo lugar, com 75 filmes vistos (por pouco não empatava com 2013, em que vi 72). Talvez ainda veja mais até ao final do ano, quem sabe?
Foram tantos que, ao contrário das outras publicações, vou começar pelo meu top 5 e deixar a lista de todos os filmes que vi — com links para as respectivas reviews — bem para o final do post, porque é longa e fica apenas para quem tem realmente interesse em vê-la.

Aqui fica o meu top 5 de filmes vistos em 2025, sem ordem específica:
1. Conclave
Junto com o filme seguinte, estes empatam aquilo que seria verdadeiramente o primeiro lugar. Adorei este filme, achei-o muito bem feito e teve planos que me deliciaram, simplesmente. Ficou comigo.
2. Flow
Uma das animações mais bonitas que vi. O filme é triste, é bonito, deixou-me a chorar horrores porque não aguento gatinhos a sofrer um bocadinho que seja. Mas é tão bom.
3. Apocalypse Now
O filme que me trouxe a sensação, que não sentia há algum tempo, de "isto é verdadeiro cinema". Extremamente bem feito, um grande filme, mesmo que pesado.
4. Robot Dreams
Outra animação bonita e triste, mas tão, tão boa. Na verdade, tal como o Flow, consegue a proeza de nos transmitir e fazer sentir tanto sem qualquer diálogo. Que filme tão bonito que foi.
5. Nimona
Mais um filme de animação! Não sabia que animação iria figurar tanto no meu top filmes do ano, mas todos eles merecem. Nimona também é um filme extremamente bonito, com cores lindíssimas, e eu adorei a personagem homónima.
Partilhem comigo os vossos filmes favoritos que viram este ano!
E agora, sem mais demoras e para quem tiver interesse, aqui fica a lista de todos os filmes que vi este ano — e que é possível que ainda cresça, porque ainda devo ver mais filmes até ao final do ano:
Sinto que a partir da metade do ano consegui desenvolver um melhor hábito de leitura que, de uma forma ou de outra, se tem mantido. Até tinha melhorado ainda mais a partir de Outubro, mas ficou rapidamente arruinado quando comecei um livro que entretanto decidi não terminar (e desde então, tento ler o máximo possível, mas ainda não consegui voltar à regularidade de antes desse livro).
Na verdade, sinto que estou a desenvolver uma relação diferente com a leitura — melhor, claro —, mas mais sobre isso noutra altura, se se confirmar. De qualquer forma, por esse mesmo motivo, 2025 será sempre um ano vencedor em livros.
Bom, sem mais demoras, aqui estão os livros que li (e aquele que estou ainda a ler) em 2025:
Sem mais demoras, aqui fica o meu top 5 de livros que li no ano de 2025.

1. Maybe You Should Talk to Someone, Lori Gottlieb
Embora muitas pessoas considerem-no desenvolvimento pessoal, honestamente não acho; mas se for, então é o primeiro livro de desenvolvimento pessoal de que gostei muito. Adorei acompanhar os pacientes que Lori seleccionou para partilhar connosco e todas as reflexões próprias da sua profissão.
2. Lá, Onde o Vento Chora, Delia Owens
Este livro tomou conta do meu coração. A ambiência do livro, toda a natureza que o rodeia são incríveis, e Kya é das personagens femininas mais interessantes que já encontrei. A forma como, sem qualquer escolaridade e educação, conseguiu alcançar tanto é tão admirável; ao mesmo tempo que a sua independência tem tanto de admirável como de triste, por ser solitária.
3. Quociente de Felicidade, Angie Kim
Outro livro que tomou conta do meu coração. Este top 3 foram excelentes escolhas de 2025. Esta história foi das coisas mais wholesome (de forma tão triste) que li, e adorei que tenha incluído reflexões interessantes sobre tantas áreas diferentes.
4. Dracula, Bram Stoker
Desculpem, desculpem. Eu sinto que estou a cometer um crime ao incluir este livro aqui no mesmo ano em que li Frankenstein, de Mary Shelley, que não faz parte da lista. Mas tenho de ser sincera comigo mesma e admitir que, em termos de experiência de leitura, acabei por gostar mais de Dracula. Na verdade, o livro surpreendeu-me bastante.
5. Nem Todas as Baleias Voam, Afonso Cruz
Este livro está aqui um pouco porque "tem de" haver um quinto lugar, desculpem. E podia disputá-lo com o livro que estou a ler agora, mas que ainda não terminei. De qualquer forma, gostei muito de Nem Todas as Baleias Voam; de conhecer todas as personagens, da forma como se interligaram e das vibes mais sombrias em certas partes do livro.
Quais foram os vossos livros do ano?
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